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Fapespa lança Barômetro da Sustentabilidade do município de Breves

Fapespa lança Barômetro da Sustentabilidade do município de Breves

Data: 12/06/2017

A Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa) lançou na ultima segunda-feira, 12, o “Barômetro da Sustentabilidade do município de Breves”, publicação que reúne análises do bem-estar humano e ambiental em diversos âmbitos, apontando o nível de sustentabilidade do município. Dentre alguns resultados do estudo, o apontamento de que Breves apresenta desempenho “potencialmente sustentável” na dimensão bem-estar ambiental. Em 2014, o município registrou o Produto Interno Bruto (PIB) de R$ 613,9 milhões, o que indica crescimento de 10,% em relação ao ano anterior, ocupando a primeira colocação no ranking regional.

Ainda sobre a economia, Breves apontou saldo positivo na balança comercial de US$ 1,7 milhões em 2015. Entre os principais itens exportados estão, carvão vegetal e obras de madeira. Com cerca de 93 mil habitantes, o município sustenta sua economia principalmente com agricultura, na produção de banana, mandioca, abacaxi e milho, com ênfase na produção de banana. Já na pecuária o que predomina é o rebanho suíno, com 3.728 cabeças, seguido pela atividade de avicultura e rebanho bovino.

Para o presidente da Fapespa, Eduardo Costa, o Barômetro lançado é de grande importância para o desenvolvimento do munícipio e do estado. “Esta ferramenta vai auxiliar as tomadas de decisões, a elaboração do Plano Plurianual (PPA), a gestão de políticas públicas mais inclusivas, igualitárias e sustentáveis para a população de Breves”, disse. Além disso, na esfera educacional o município se destaca devido ao número de escolas por nível de ensino, que é o maior da Região de Integração do Marajó, desde 2010 até os dias atuais, principalmente em escolas que disponibilizam o ensino médio e o pré-escolar. Existe ainda no município o programa Multicampi da Universidade Federal do Pará (UFPA), onde predominam os cursos de licenciatura e bacharelado em serviço social.

Dentre as conclusões do estudo, pode-se citar que apesar da dimensão de bem-estar humano ter apresentado 70% dos seus indicadores com índice de desenvolvimento entre as faixas “potencialmente insustentável” e “insustentável”, como “gravidez na adolescência”, registrada como desenvolvimento insustentável, o resultado de “mortalidade materna” apresentou resultado sustentável. Na dimensão de bem-estar ambiental também foram indicados resultados positivos, como “desmatamento”, “estoque de floresta”, “focos de calor” e “coleta de lixo”, por exemplo, que apresentaram desempenho sustentável.

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