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Mesa redonda discute os desafios da saúde no Pará

Mesa redonda discute os desafios da saúde no Pará

Data: 14/03/2018

Com o intuito de levar à sociedade a discutir os desafios e as perspectivas na área da saúde no Pará, a Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (FAPESPA) e o Sindicatos dos Médicos do Estado do Pará (SINDMEPA), realizaram na tarde da última terça-feira, (13), no auditório do sindicato, uma mesa redonda sobre os resultados do Boletim da Saúde no Pará 2017, produto desenvolvido e apresentado pela Fundação.

Para o presidente da Fapespa, Eduardo Costa, “um dos objetivos da Fundação é o de fomentar o processo de controle social das ações de governo na área de saúde”, afirmou. Costa ressaltou ainda que o evento recebeu diversas pessoas e entidades que puderam fazer considerações a partir dos dados apresentados pela Fapespa. "Todas essas observações serão levadas em consideração para futuros planejamentos", declarou.

De acordo com o diretor do Sindmepa, Waldir Cardoso, a parceria entre sindicato e a Fapespa visa apoiar o Boletim da Saúde e selecionar essas informações para discuti-las com os profissionais da saúde. “É algo que estávamos precisando e que, agora, com este material, os profissionais dessa área e gestores poderão se debruçar para discutir e buscar alternativas de melhorias, além de analisar eventuais problemas que vem acontecendo”, disse.

Durante o evento, a diretora de Estudos Socioeconômicos da Fapespa, Geovana Pires, apresentou os dados do Boletim da Saúde e ressaltou algumas informações como a cobertura populacional estimada pelas equipes da atenção básica no estado do Pará que no ano de 2011 era de 46,62% e em 2015 subiu para 58,03%. O documento observa que “houve um crescente aumento de cobertura nos últimos cinco anos. Porém, ainda há desafios a serem superados”.

A proporção de nascidos vivos de mães com sete ou mais consultas de pré-natal, também foi avaliada pelo boletim, que ressaltou que o percentual de mulheres que não realizaram nenhuma consulta pré-natal durante a gravidez ainda é elevado nas regiões Marajó II com 22,2%; Rio Caeté com 17,65% e Xingu com 11,81%. Nas demais regiões, o índice ficou abaixo de 5,5%.

O documento mostra também que a taxa de mortalidade infantil, que compreende a primeira semana de vida, reduziu de 9,56% para 8,39% no estado entre os anos de 2011 e 2015. Já a taxa de mortalidade materna subiu de 59,8% para 66,43%, entre os anos de 2011 e 2015.

O Boletim da Saúde do Pará 2017 foi uma elaboração da Fapespa, produzido a partir de informações do Ministério da Saúde (MS) e da Secretaria de Estado de Saúde do Pará (SESPA), com o objetivo de contextualizar a situação da saúde no estado do Pará e apresentar a cobertura dos serviços públicos. Você pode ter acesso ao produto aqui.

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